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sábado, 31 de dezembro de 2011

A Lenda da Sereia Yara

Yara
A rainha das Águas
(Tupi)

Yara, a jovem Tupi, era a mais formosa mulher das tribos que habitavam ao longo do rio Amazonas. Muito atraente, com longos e negros cabelos, tinha um sorriso meigo e sensual. Mantinha-se, entretanto, indiferente aos admiradores, preferindo sua liberdade. Caminhava pela floresta e pelas areias brancas dos rios, envolvendo-se constantemente em suas águas claras. Por sua doçura, todos os animais e as plantas a amavam.
          Numa tarde de verão, mesmo após o Sol se pôr, Yara permanecia no banho, quando foi surpreendida por um grupo de homens estranhos. Tinham longas barbas, usavam roupas pesadas, botas e chapéus. Falavam uma língua desconhecida e pareciam muito agressivos. Sem condições de fugir, a jovem foi agarrada e amordaçada, não podendo se livrar daquelas mãos rudes, que tocam todo o seu corpo. Acabou por desmaiar, sendo, mesmo assim, violentada e atirada ao rio.
          O espírito das águas, com pena da jovem, transformou o corpo de Yara num ser duplo. Continuaria humana da cintura para cima, tornando-se peixe no restante. Assim, permaneceria bela, e poderia ao mesmo tempo viver no rio eternamente, como uma sereia de água doce.
          Yara passou a entender os pássaros e a conversar com os peixes, e como as sereis, com seu canto e beleza atraía os homens de maneira irresistível.
          Ao verem a linda criatura, eles se aproximam dela, que os abraça e os arrasta às profundezas, de onde nunca mais voltam.




Origem da Lenda




A Iara

Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história. No princípio, o personagem era masculino e chamava-se Ipupiara, homem peixe que devorava pescadores e os levava para o fundo do rio. No século XVIII, Ipupiara vira a sedutora sereia Uiara ou Iara. Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Uiara e terminaram afogados de paixão. Ela deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde. Surge magnífica à flor das águas: metade mulher, metade peixe, cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas.

Quando a Mãe das águas canta, hipnotiza os pescadores. Um deles foi o índio Tapuia. Certa vez, pescando, Ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia. Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos não conseguia esquecer a voz de Uiara. Numa tarde, quase morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo.

Uiara já o esperava cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que na semana seguinte a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima.

Origem: Européia com versões dos Indígenas, da Amazônia.



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Fontes:

http://andreacosta.arteblog.com.br/501193/LENDAS-IARA/

http://carmemdevas.arteblog.com.br/r32741/Lendas-e-Mitos-dos-Indios-Brasileiros/

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A Lenda do Uirapuru(Amazônia)



O UIRAPURU (AMAZÔNIA)




Duas índias muito amigas, viviam andando juntas para todos os lados, desde o amanhecer até ao entardecer. Um dia as duas viram um jovem cacique, muito bonito, e ambas se apaixonaram por ele, sem dizer nada uma à outra. Apenas deram a entender que estavam apaixonadas, mas sem dizer por quem. O tempo foi passando até que um dia revelaram a verdade uma à outra, sendo que ambas ficaram estupefatas com o fato de amarem o mesmo homem. Decidiram que deixariam o cacique decidir, e a preterida se conformaria. A história do amor das duas se espalhou pela aldeia, e os mais velhos resolveram perguntar ao cacique qual das duas ele amava. O cacique, envergonhado, respondeu que gostava das duas. Como não era permitido casar-se com as duas, ficou decidido que haveria um concurso de arco e flecha entre as duas no dia seguinte. No dia seguinte, o cacique avisou que aquela que conseguisse acertar a ave indicada por ele, em pleno vôo, se tornaria sua esposa. Quando uma ave muito branca passou voando alto, o cacique disse: - É essa! As duas atiraram, mas somente uma acertou. A que perdeu parecia conformada, mas aborrecida. O casamento foi realizado. A índia que perdeu foi ficando cada vez mais triste. Procurou um lugar distante e começou a chorar. Chorou tanto, que suas lágrimas se transformaram num riacho. Tupã, ao perceber tanta tristeza, aproximou-se, e a moça contou-lhe tudo. Tupã lembrou-lhe que saber perder é uma vitória, ao que a moça lhe disse que o que mais a afligia era a saudade que sentia da amiga e do cacique, mas que não tinha coragem de vê-los, pois perceberiam sua tristeza. Perguntou a Tupã se não podia transformá-la em pássaro, pois assim poderia observá-los sem que eles soubessem. Compadecido, Tupã fez-lhe a vontade, e no lugar em que a moça estava surgiu um passarinho de aparência tão simples, que não chamava a atenção. O pássaro voou até a oca do cacique, e ficou ainda mais triste ao vê-los tão felizes. Tupã compadeceu-se novamente, chamou o passarinho e lhe disse: - De agora em diante, você será o uirapuru. Seu canto será tão bonito que a fará esquecer a própria tristeza. Quando os outros pássaros a ouvirem, não resistirão, e ficarão em silêncio. E assim é, até hoje: quando o uirapuru canta, os pássaros em volta se emudecem para ouvir seu belíssimo canto...





Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1729166-lendas-brasileiras-uirapuru-amaz%C3%B4nia/#ixzz1i2DpqAPW

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Viver e sentir a vida!-Pensamentos e Devaneios da Morgana

https://picasaweb.google.com/


Viver é sentir cada segundo da vida,
Aproveita-la ao máximo, da melhor maneira possível, o quanto puder.
A vida muitas vezes é imprevisível...
...mas afinal isso é viver,
Se acaso você começar a achar que  a sua vida não é mais sentida e parece passar como por uma TV,
Então reavalie tudo ao seu redor. 
Pois você não está mais vivendo ela de verdade!




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Licença Creative Commons
O trabalho Viver e Sentir a Vida!-Pensamentos e Devaneios da Morgana de Morgana Magia foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.
Com base no trabalho disponível em tocadamorgana.blogspot.com.

você pode copiar,exibir,executar,desde que você dê crédito ao autor original Morgana Magia,com um link direcionado para http://tocadamorgana.blogspot.com

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Lobisomem(Lenda do Sertão)

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LOBISOMEM 
 Lenda do Sertão

Dizem pelos sertões que a aparência de um lobisomem é assustadora. Uns dizem que ele parece um cão. Negro, de olhos vermelhos, com orelhas pontiagudas, caninos e unhas enormes. Outros dizem que ele é como um porco. Peludo, com olhar ameaçador e grandes dentes afiados saindo pela boca. E todo mundo pode virar lobisomem: se tivermos o azar de sermos a sétima pessoa a deitar num lugar em que o bicho se deitou ou se formos o sétimo filho de um casal. Quando a pessoa vira lobisomem sente-se um bocado esquisito nas noites de lua cheia, especialmente às sextas-feiras. Em noites assim, a pessoa-lobisomem fica inquieta não suporta ficar em casa ou em qualquer outro lugar fechado e sai pelo mundo, desnorteada e se passar por uma encruzilhada é que a coisa acontece: a pessoa-lobisomem cai no chão, se contorce, rosna e aos poucos se transforma em uma fera terrível, a correr desembestada, percorrendo, da meia-noite às duas da manhã, sete cemitérios ou sete vales ou sete outeiros ou sete encruzilhadas e, ai Jesus, se encontrar pelo caminho um leitãozinho, cachorro ou criança. Lobisomem tem sede de sangue!

Se você, numa noite dessas, der de cara com um lobisomem por aí, só tem um jeito de se defender: ferir a besta com uma espingarda carregada com balas untadas na cera de uma vela que foi acesa durante três missas dominicais ou, melhor ainda, na cera de uma vela que foi utilizada na Missa do Galo (aquela que acontece no Natal). É tiro e queda! Ferido com balas bentas o bicho vira homem novamente. O primeiro lobisomem que chegou ao Brasil chamava-se Pedro Gonçalves, ou melhor, ninguém sabia ao certo se era lobisomem ou não. Uns diziam que era, outros que nãoera... bem, vou contar o que sei sobre ele e você tire as suas próprias conclusões... Dizem que Pedro Gonçalves fora um próspero comerciante em Lisboa que por causas desconhecidas deixara tudo: mulher, filhos e propriedades para morar no Brasil. É certo que acumulou um bom dinheiro para a viagem, pois assim que chegou comprou um pequeno sítio, muito ajeitado, onde se ocupava em tratar de uma horta que soube tornar variada e farta. Pedro era um homem muito peludo, suas sobrancelhas espessas, ligavam-se uma à outra e possuía uma barba cerrada e negra. Talvez, fosse a sua grave aparência, aliada ao seu caráter reservado, o que tenha iniciado as suspeitas de que seria vítima e que os mexericos do povo só fariam aumentar. Eu, particularmente, tinha simpatia por ele. Era, sobretudo, um homem solitário. Via-o semanalmente fazer compras na cidade. Olhar seco, passos firmes, gestos calmos e no contato com as pessoas, por trás daqueles pêlos todos, revelava-se um homem polido e atencioso.
O fato de Pedro Gonçalves ser um sujeito quieto, que nunca falava de sua vida, acabou criando uma aura de mistério em torno dele. Sabe, no interior, todo mundo se conhece, uns sabem da vida do outro e não saber nada da vida de Pedro deixava muita gente incomodada e as pessoas falavam muito dele de forma que um comentário aqui, outro acolá acabaram tecendo um passado pra ele. Mas não bastavam os mexericos sobre seu passado, muito se falava sobre sua personalidade estranha, misteriosa. Diziam que Pedro evitava o sol e o calor, preferindo as sombras; que tinha a pele amarelada, que tinha uma sede insaciável, que não escovava os dentes, que havia fugido de sua terra, que odiava gatos, que não chupava sorvete... tanta coisa se falava sobre aquele homem que pareciam existir vários Pedros Gonçalves. Tá certo que depois que ele chegou, algumas coisas muito esquisitas começaram a acontecer. Se não sei até que ponto era invenção do povo.
Mas a família inteira da Dona Nenê garante que viu seu Pedro uivando no telhado e enterrando um osso no quintal. Seu Olavo, o sapateiro, disse certa vez, que Pedro Gonçalves tentou morder sua mão quando foi comprimentá-lo. E todos comentavam o dia em que um casal de turistas, que passara perto de sua casa, garantiu tê-lo visto desfigurado, com a fascie de um cão e que ele os havia perseguido com clara intenção de feri-los. Virou até caso de polícia.
Seu Pedro foi chamado à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele disse que tudo não passara de uma brincadeira de assustar a que ele se entregava de modo a aliviar as tensões depois de um dia extenuante de trabalho. O casal de visitantes acabou indo embora e Pedro se safou com suas explicações. Aí a fofoca se tornou insuportável, não sei se foi isso que fez com que Pedro vendesse tudo o que tinha e ir embora da cidade, mas as pessoas diziam que ele foi pois era um Lobisomem e temia ser descoberto. Eu vi, numa clara manhã, Pedro ir embora da cidade. Parecia triste e abatido. Nunca mais voltou. Cá pra nós, que triste sina a de um lobisomem, não é? Mas tem um jeito de alterar o destino: é preciso ter coragem de ferir o bicho com um espinho fazendo-o sangrar.
Outro jeito é ficar de bituca, esperando o homem virar bicho e sair desembestado pelo mundo, pra pegar suas roupas abandonadas durante a metamorfose e queima-las. Agora, pra você não virar lobisomem, preste atenção no que vou dizer: tem gente ruim no mundo.
Tem gente ruim, capaz de muitas maldades. Tem pessoa lobisomem que gosta de ser lobisomem. Gente assim, quando presente que vai morrer, fica doidinho pra passar sua malfadada sina a alguém, por isso, quando estiver amparando um moribundo em seu leito de morte e essa pessoa olhar bem dentro dos teus olhos, como se quisesse ganhar sua alma e perguntar: "Tu Queres?" nunca respondas “- Eu quero.” Pode ser lobisomem. Acredite, se quiser!

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Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1680495-lobisomem/#ixzz1gNH1e8xN

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A Salamandra do Jarau-Lenda Brasileira(Sul)

LENDAS BRASILEIRAS – A SALAMANDRA DO JARAU (SUL) 

Há vários séculos atrás, alguns mouros, fugindo da Espanha, chegaram ao sul do Brasil. Com eles traziam sua jovem Princesa transformada, por magia, numa velhinha, a fim de que não fosse reconhecida e aprisionada. Quando chegaram, quem os recebeu foi anhangá-pitã, o diabo. Eles lhe contaram toda sua história. O demônio disse que os ajudaria pois via ali um bom motivo para prejudicar as pessoas. Para começar, transformou a princesa numa salamandra de cabeça de pedra preciosa e mandou que ela fosse viver numa lagoa próxima. Depois, espalhou a notícia de que quem a visse poderia ter seus desejos realizados. O primeiro que chegou foi transformado no guardião e guia da Salamandra.O coitado ficou desesperado, mas anhangá-pitã disse-lhe: - O encanto somente será quebrado quando surgir alguém capaz de vencer todas as provas e, depois de conseguir realizar seu desejo, desistir dele. Quem quisesse participar teria que procurar o guardião, cumprir as provas, conhecer a salamandra e fazer seu pedido. Aparentemente simples, mas na prática as coisas não eram bem assim. A primeira prova era atravessar uma caverna escura cheia de cobras venenosas. Séculos se passaram, e ninguém conseguia passar nem pela primeira prova. O guardião foi perdendo as esperanças de se livrar do encantamento. Até que um dia, chegou um gaúcho de aparência muito decidida. Atravessou a caverna das cobras sem importar-se com as que estavam no solo, nem com as que caiam do teto. Na segunda prova, que era atravessar fogo, passou pelas labaredas como se nada fossem. Assim foi com as outras provas: vencia-as uma a uma, tranqüilamente. Ao término destas, foi cumprimentado pelo guardião que o levou à presença da Salamandra. Quando esta saiu da água, o guardião curvou-se a sua frente e disse as palavras rituais. Num estrondo, surgiu no lugar da Salamandra a bela Princesa moura, que falou: - Sua coragem tornou-o merecedor de um valioso premio. Diga-me o que mais deseja e será atendido prontamente. O gaúcho respondeu: - Não desejo nada. Queria somente competir. A Princesa ficou triste, e o guardião desiludido, pois se o moço não aceitasse alguma coisa e desistisse dela depois, o encanto jamais se desfaria.

A Princesa insistiu, mas ele não aceitou nada. De cabeça baixa, ela voltou à forma de Salamandra e retornou à lagoa. O gaúcho montou em seu cavalo e preparava-se para partir quando o guardião disse: - Quero que leve essa moeda de ouro como lembrança. Quando precisar de dinheiro segure-a dentro da bolsa que logo surgirão outras. Como se tratava de uma lembrança, o gaúcho não pode recusar. Pegou-a e partiu. Um dia, ao ver um poncho de que gostava muito, viu que não tinha dinheiro suficiente para comprá-lo. Lembrou-se então da moeda, e realmente o dinheiro apareceu. Acabou fazendo uso da moeda cada vez mais, e enriqueceu. Entretanto, ele não conseguia acostumar-se com a riqueza, as preocupações e compromissos associados a ela. Disse a si mesmo: - Rico, sou dono de algumas coisas. Pobre, o mundo me pertence. Vendeu tudo que tinha, distribuiu o dinheiro entre as pessoas necessitadas, e voltou à caverna para devolver a moeda ao guardião. Quando o guardião quis saber o motivo da devolução da moeda, o gaúcho disse que aprendeu a valorizar a vida simples e livre que tinha antes, e que a riqueza não era o que queria. O guardião, praticamente chorando de alegria, disse: - Ao devolver seu premio, o encanto foi quebrado. Chamou a princesa que ficou extasiada! Era o fim de uma prisão que já durava três séculos! Ao afastar-se. O gaúcho viu uma grande explosão na caverna, enquanto a lagoa fervia. Os dois jovens foramdesaparecendo aos poucos: estavam voltando para o seu tempo. Montou seu cavalo e seguiu rumo ao mundo...
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BASEADO EM “HISTÓRIAS E LENDAS DO BRASIL” – ED. APEL

Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1734996-lendas-brasileiras-salamandra-jarau-sul/#ixzz1fiAOfjJC

domingo, 27 de novembro de 2011

Gifs de Cachoeira-Mãe Natureza

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Filtro dos Sonhos

Sempre gostei muito do filtro dos sonhos( também conhecido como protetor dos sonhos, apanhador de senhos, Dream Cartchers )é um objeto feito de penas e missangas  criado pelos indígenas que dizem filtrar os maus sonhos e energias negativas, se é verdade ou não eu não sei, o que posso afirmar é que eu sempre me senti muito bem com um deles por perto.
Bem aqui vai um breve resumo da história do filtro dos sonhos também conhecido como Dream Cartcher
Você pode encontra-lo a venda lugares que vendem produtos exótéricos .

A história dos Dream Catchers
Os sonhos desempenhavam um papel fundamental na vida dos Ojibwe. Para este povo que vivia na região dos Grandes Lagos americanos e que hoje também se espalha por outras regiões do Novo México, aprender a decifrar as mensagens reveladas nos sonhos era a tarefa mais importante que as pessoas tinham durante sua passagem pela Terra. Por causa disto, o dream catcher era uma ferramenta essencial.



O filtro de sonhos, como ficou conhecido em português, na verdade, não é um filtro, é uma teia. Os Ojibwe acreditam que, quando a noite cai, o ar se enche de sonhos, bons e ruins. Alguns destes sonhos, mesmo sendo pesadelos, podem conter uma mensagem importante do Grande Espírito para nós. Então, na verdade, estes sonhos são bons sonhos. Mas existem muitos outros sonhos e energias ruins flutuando à nossa volta e que não são nossos. Estes é que podem nos fazer mal. É justamente para separar estes sonhos e energias ruins que existem os dream catchers.

A tradição manda que as teias coloridas sejam penduradas sobre o berço dos bebês e a caminha das crianças. Os sonhos bons, sabendo exatamente aonde ir, conseguem passar pelo buraco central da teia, ao passo que os sonhos ruins ficam perdidos e acabam presos nos fios. Quando os primeiros raios de sol surgem, os sonhos maus desaparecem. Os círculos são feitos com ramos flexíveis de salgueiros e revestidos com tiras de couro.

Uma pena é colocada no centro, representando o ar ou a respiração, essencial para a vida. O bebê, observando a pena dançar ao vento, aprende uma lição sobre a importância do ar. Além disto, a pena de coruja, feminina, simboliza a sabedoria. A pena de águia, masculina, serve para dar coragem.

Para captar os sonhos dos adultos, os dream catchers são trançados em fibra e não com ramos de salgueiros. Por isso são mais resistentes.

Como a Aranha deu a teia de sonhos para os seres humanos

Existem muitas histórias relacionadas com aranhas e Mulheres-Aranhas entre as várias nações de índios americanos. Em muitas destas tradições, por exemplo, a Mulher-Aranha é um personagem fundamental e sábio, ora mensageira do Sol, ora avó do próprio Sol e organizadora da vida na Terra. Existem várias lendas relacionadas com os dream catchers. Esta que escolhemos é apenas uma das versões.

Uma aranha fiava sua teia próximo à cama da avó (Nokomi). Todos os dias ela observava a aranha trabalhar. Alguns dias depois, o neto entrou e, ao ver a aranha na teia, pegou uma pedra para matá-la. Mas a avó não deixou. O garoto achou estranho, mas respeitou o seu desejo. A velha mulher voltou-se para observar mais uma vez o trabalho do animal e, então, a aranha falou: “Obrigada por salvar minha vida. Vou dar-lhe um presente por isso. Na próxima Lua nova vou fiar uma teia na sua janela. Quero que você observe com atenção e aprenda como tecer os fios. Porque esta teia vai servir para capturar todos os maus sonhos e as energias ruins. O pequeno furo no centro vai deixar passar os bons sonhos e fazê-los chegarem até você.
Quando a Lua chegou, a avó viu a aranha tecer sua teia mágica e, agradecida, não cabia em si de felicidade pelo maravilhoso presente: “Aprenda”, dizia a aranha. Finalmente, exausta, a avó dormiu. Quando os primeiros raios de sol surgiram no céu, ela acordou e viu a teia brilhando como jóia graças às gotas de orvalho capturadas nos fios. A brisa trouxe penas de pomba que também ficaram presas na teia, dançando alegremente e, por último, um corvo pousou na teia e deixou uma longa pena pendurada. Por entre as malhas da teia, o Pai Sol sorria alegremente. E a avó, feliz, ensinou todos da tribo a fazerem os filtros de sonhos. E até hoje eles vêm afastando os pesadelos de muita gente.

sábado, 26 de novembro de 2011

Gatos Gigantes Domésticos-Raças


Gato Noruegues da Floresta






Conhecido como Gato Norueguês da Floresta ou Gato

dos Bosques da Noruega, seu país de origem, este felino possui uma pelagem longa e grossa que originalmente o protegia das temperaturas rigorosas de sua terra, tornando-o resistente ao Inverno. Sua aparência aproxima-se do Lince.

Apesar de ser um gato pouco reservado com estranhos, o Norueguês da Floresta é um animal que se relaciona bem com outros bichos e com as pessoas. Com seus donos, este ágil caçador é dócil e afetuoso. A delicadeza e amabilidade também são outras características da raça. É um animal confiante, de temperamento estável e sociável. Sua voz é doce e seu caráter é encantador. Fácil de se conviver, o Norueguês é um gato ágil, muito flexível.

O crescimento completo da pelagem pode levar até 5 anos. Sua pelagem espessa, dupla, isolante e impermeável é única. A variedade é outro encanto da raça, cujos exemplares pesam entre 8 e 12 quilos, tendo estrutura óssea muito forte, com pernas e patas grossas. Os olhos são ovalacios, encontrados em todas as cores. O padrão da raça Norwegian Forest são gatos com cabeça triangular, pernas traseiras maiores do que as dianteiras. No caso de gatos bicolores, são bem aceitas em qualquer lugar do corpo as marcações com o branco.

Origens do Gato Norueguês da Floresta

Os antepassados do Norueguês da Floresta foram provavelmente uma mistura entre gatos de pêlo curto vindos da Inglaterra e gatos de pêlo longo. Os ancestrais dos gatos Noruegueses da Floresta frequentavam as embarcações de Vikings na Idade Média, atravessando o continente europeu, protegendo grãos e alimentos contra roedores nas embarcações e, em alguns prontos da Noruega, cruzaram-se naturalmente com outros gatos.

A raça era desconhecida fora da Noruega até metade do século XX. Após este período, foi difundida por outros países. Existem menções ao gato Norueguês da Floresta encontradas em um livro de crianças de 1912, através de um desenho do artista Olaf Gulbransson, mas a raça já existia há muito mais tempo.

A raça gatos do Bosque da noruega foi reconhecida na Noruega, em 1930 e apresentada pela primeira vez em uma exposição em 1938. Cerca de 100 anos antes, por volta de 1830, alguns criadores noruegueses deram início a um programa de seleção para a preservação da raça e aliar a rusticidade à beleza da pelagem.

A raça ficou quase esquecida até 1970, quando programas mais sérios de reprodução começaram. A FIFe reconheceu o Norueguês da Floresta em 1977. Foi redigido um padrão oficial, que posteriormente foi modificado para evitar qualquer similar confusão com o Maine Coon, ao qual assemelha-se.

Ainda podem ser encontrados em estado selvagem em florestas da Suécia, Dinamarca e Noruega.

Na mitologia escandinava, lendas descrevem um gato grande, de cauda longa e espessa, que nem Thor, o mais forte dos deuses, conseguiu levantar. A deusa Freya, do amor e fecundidade, conduzia uma carruagem puxada por gatos.

Não se sabe, ao certo, a verdadeira origem deste "gato-fada", dotado de uma beleza exuberante e cercado por lendas de sua terra natal. Alguns acreditam, ainda, que tribos da Europa Central e Ásia teriam introduzido estes gatos na região escandinava.

Em 1979, chegaram os primeiros exemplares à Alemanha e aos Estados Unidos. Em 1980, chegaram à Inglaterra e, em 1982, à França.

Noruegues da Floresta



Noruegues da Floresta


Noruegues da Floresta


Gato Maine Coon


Maine Coon
Maine Coon:Seu tamanho em primeiro lugar: é o maior dos gatos domésticos.
Como muitos animais de grande porte, ele cresce lentamente e somente atinge sua maturidade por volta dos quatro anos.
Pesando então, entre 8 a 10 kilos. Certos machos atingem 12 ou 14 kilos. A fêmeas pesam em média 5 a 7 kilos.

Como os gatos selvagens e os linces, suas orelhas são terminadas por um pequeno tufo de pêlos que chamamos de “ponta de lince”.
Sua pele, mais espessa sobre o dorso, dá a ele o aspecto rústico. Este gato possui, além disso, um esplendido rabo em penacho.
A cabeça do Maine Coon é também bem característica, ela é larga, com contornos arredondados, mas bochechas salientes. Seu focinho é forte e quadrado. Seus olhos ovais, mesmo que pareçam muitas vezes redondos.


Maine Coon

Maine Coon







 Gato Siberiano

Siberiano
Obviamente gato siberiano é muito semelhante à de seus primos, irmãos, o Maine Coon e Norwegian Forest. Mas há diferenças acentuadas definitivamente identificá-lo, especialmente se for um animal adulto e é claramente o padrão de sua raça.

A Siberian é de médio a grande, o corpo é muscular no pescoço e pesado, curto e forte. As pernas também são muscular e de tamanho médio. Os pés são grandes, compactas e redondas com pêlos grossos e longos dedos. A cauda, ​​de cabelo espesso e longo alcance para o ombro e termina ligeiramente pontudo.
Siberiano

Siberiano

Siberiano

Siberiano

 


Gato Ragdoll

Ragdoll
País de origem      Estados Unidos


Ragdoll é um gato desenvolvido nos Estados Unidos durante a década de 1950. Com seu porte gigante, temperamento dependente e dócil e uma pelagem longa e cheia, é um animal de características marcantes.
Índice


Seu nome, que significa boneca de trapos, indica uma característica desse belo animal que é relaxar completamente quando o pegamos no colo. É tão dócil que permite ser jogado de um lado para o outro, algo com que nem todos os gatos concordam.

É um gato muito quieto e gentil, e uma vez que escolha um dono, o acompanhará permanentemente. São gatos caseiros, por sua docilidade, são totalmente indefesos quando livres, portanto são gatos para viver em ambiente interno. Mas, se possível, vivem bem ao ar livre desde que seja um ambiente isolado, como um jardim fechado. Seu temperamento é tranqüilo e são muito fiéis aos donos. Possuem moderada necessidade de atividades físicas, sendo mais sedentários que raças menores.
 Características físicas

São gatos de porte grande, com boa estrutura corporal.

Pelagem macia, com textura suave, sedosa. Olhos sempre azuis e pelagem do tipo colorpoint, ou seja, manto mais escuro que as cores das pontas (patas, cauda, focinho e orelhas) sendo que o contraste deve ser bem definido. Gatos mais velhos tendem a ser mais escuros que os mais jovens pois sua cor vai escurecendo de acordo com a idade. Seu amadurecimento é tardio, chegam a completar seu crescimento com quatro anos.
 Cores e Marcações

São aceitos nas associações da gatofilia para registro somente gatos de coloração ponteada (pointed) e mink (esta última somente para registro e não para campeonato). As divisões aceitas são Solida, Tabby, Tortie e Particolor nos tipos mitted e bicolor. Seus olhos são sempre azuis nos pointeds e aqua nos minks.

São conhecidas as marcações:


Neste caso as patas, cauda, focinho e orelhas tem a pelagem mais escura que no restante do corpo.

Mitted
    Seguindo a marcação colorpoint o Mitted acrescenta luvas brancas que devem cobrir os 4 dedos das patas dianteiras simetricamente e nas patas traseiras são como botas brancas. O queixo deve ser branco.
Bicolor
    São como os colorpoints mas com um "V" invertido no rosto branco, o mais simétrico possível. Este "V" não pode se estender da parte exterior dos olhos e nem menos que a parte interior. As quatro patas devem ser brancas, assim como o peitoral e o queixo.



Cabeça
    Queixo forte, focinho arredondado e de comprimento médio, perfil com uma curva suave, testa plana, orelhas médias e amplas na base, com as pontas arredondadas. Olhos ovais.
Corpo
    Peito amplo, ossatura e musculatura forte, cauda com mesmo tamanho que o corpo. As fêmeas tendem a ser menores do que os machos.

Geral
    Não é permitido cruza com gatos de outras raças.

Padrão oficial da raça da TICA serve como base para a maioria das outras associações por ser uma das maiores nesta raça.

Ragdoll
Ragdoll

Fontes:
http://www.mainecoon.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragdoll
http://www.petbr.com.br/rgragdoll.asp
http://www.mapache.com.br/index.php?gato=gigante&option=com_content&task=view&id=54&noruegues=12&raca=29

http://www.muchogato.es/Estandard.htm

domingo, 20 de novembro de 2011

Lagos ,Fontes e Cascatas-Belas Imagens

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Se quiser aprender como fazer a sua própria fonte clique aqui






































Músicas da Toca


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