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sábado, 9 de junho de 2012

Salamandra que regera membros poderá algum dia ajudar humanos com amputações


Uma rara salamandra mexicana com capacidade de regenerar partes de seu corpo está sendo geneticamente modificada e poderá um dia ajudar humanos com amputações. O axolotl, também conhecido como salamandra mexicana, tem 15 centímetros e está quase extinta em seu único habitat, os poluídos canais que passam pela Cidade do México.
Mas o animal e a sua curiosa aparência, quase sorridente, está se reproduzindo com facilidade em laboratórios. Ele tem a capacidade de regenerar membros amputados, pele, órgãos, parte do cérebro e até a medula. Outros animais têm a capacidade de regeneração, mas apenas a salamandra mexicana consegue recriar tantas partes do corpo, e tantas vezes durante sua vida. No laboratório em que é conduzido o estudo, um axolotl que teve a perna arrancada por outra salamandra começa a recriar sua perna, com dedos e tudo.
“Humanos reparam seus tecidos, mas não perfeitamente, enquanto o axolotl, quando machucado, entra em um processo em que repetem o processo de um embrião”, explica Elly Tanaka, do Centro de Terapias Regenerativas, em Dresden, Alemanha. Tanaka teve sucesso em um experimento que adicionou um gene que emite brilho em axolotls sem nenhum pigmento, para observar o processo de regeneração. O objetivo é comparar a regeneração com o processo de cicatrização humano.
Depois da amputação, os vasos sanguíneos das salamandras se contraem rapidamente e impedem o sangramento, e as células epiteliais cobrem o machucado com o que é chamado de blastema, um conjunto de células semelhantes às células-tronco, que dão origem à nova parte do corpo. O genoma do axolotl é dez vezes maior que o dos humanos, mas Tanaka e outros cientistas esperam encontrar lá a resposta ao porquê da salamandra regenerar um membro novo perfeitamente, e não apenas parte dele, por exemplo.
Humanos têm a capacidade de regenerar uma ponta de um dedo, se ela for cortada acima da articulação. Se o machucado for limpo e protegido apropriadamente, o dedo consegue recuperar sua forma e impressão digital sozinho. “Logo humanos poderão aproveitar essa incrível habilidade (de regeneração)”, escreveram os especialistas Ken Muneoka, Manjong Han e David Gardiner em um artigo sobre a regeneração. Eles acreditam que em uma ou duas décadas partes do corpo humano poderão ser recuperadas, de modo semelhante ao das salamandras.
Quase extintas
Atualmente existem mais axolotls em cativeiro do que em seu habitat natural, e sua população nos canais da Cidade do México é constituída de apenas 400 salamandras, colocando-as em risco de extinção. O povo asteca construiu a cidade em uma ilha no meio de um lago que foi drenado durante os séculos de exploração dos espanhóis e pelo crescimento urbano. Os astecas comiam as axolotls e usavam as salamandras também na medicina, e acreditavam que os animais eram reencarnações do deus Xolotl, que teria passado por uma metamorfose para não ser sacrificado.
As salamandras mexicanas são ameaçadas por derramamentos químicos nos canais da cidade, águas provindas de esgotos e também por populações não nativas de peixes, que competem com elas por comida no habitat. Luis Zambrano, da Universidade Autônoma do México, afirma que se os axolotls desaparecem em seu habitat natural, isso terá implicações na diversidade genética das populações de salamandras usadas em pesquisas
Fontes;
http://hypescience.com/estranha-salamandra-da-esperanca-para-amputados/

sábado, 26 de novembro de 2011

Gatos Gigantes Domésticos-Raças


Gato Noruegues da Floresta






Conhecido como Gato Norueguês da Floresta ou Gato

dos Bosques da Noruega, seu país de origem, este felino possui uma pelagem longa e grossa que originalmente o protegia das temperaturas rigorosas de sua terra, tornando-o resistente ao Inverno. Sua aparência aproxima-se do Lince.

Apesar de ser um gato pouco reservado com estranhos, o Norueguês da Floresta é um animal que se relaciona bem com outros bichos e com as pessoas. Com seus donos, este ágil caçador é dócil e afetuoso. A delicadeza e amabilidade também são outras características da raça. É um animal confiante, de temperamento estável e sociável. Sua voz é doce e seu caráter é encantador. Fácil de se conviver, o Norueguês é um gato ágil, muito flexível.

O crescimento completo da pelagem pode levar até 5 anos. Sua pelagem espessa, dupla, isolante e impermeável é única. A variedade é outro encanto da raça, cujos exemplares pesam entre 8 e 12 quilos, tendo estrutura óssea muito forte, com pernas e patas grossas. Os olhos são ovalacios, encontrados em todas as cores. O padrão da raça Norwegian Forest são gatos com cabeça triangular, pernas traseiras maiores do que as dianteiras. No caso de gatos bicolores, são bem aceitas em qualquer lugar do corpo as marcações com o branco.

Origens do Gato Norueguês da Floresta

Os antepassados do Norueguês da Floresta foram provavelmente uma mistura entre gatos de pêlo curto vindos da Inglaterra e gatos de pêlo longo. Os ancestrais dos gatos Noruegueses da Floresta frequentavam as embarcações de Vikings na Idade Média, atravessando o continente europeu, protegendo grãos e alimentos contra roedores nas embarcações e, em alguns prontos da Noruega, cruzaram-se naturalmente com outros gatos.

A raça era desconhecida fora da Noruega até metade do século XX. Após este período, foi difundida por outros países. Existem menções ao gato Norueguês da Floresta encontradas em um livro de crianças de 1912, através de um desenho do artista Olaf Gulbransson, mas a raça já existia há muito mais tempo.

A raça gatos do Bosque da noruega foi reconhecida na Noruega, em 1930 e apresentada pela primeira vez em uma exposição em 1938. Cerca de 100 anos antes, por volta de 1830, alguns criadores noruegueses deram início a um programa de seleção para a preservação da raça e aliar a rusticidade à beleza da pelagem.

A raça ficou quase esquecida até 1970, quando programas mais sérios de reprodução começaram. A FIFe reconheceu o Norueguês da Floresta em 1977. Foi redigido um padrão oficial, que posteriormente foi modificado para evitar qualquer similar confusão com o Maine Coon, ao qual assemelha-se.

Ainda podem ser encontrados em estado selvagem em florestas da Suécia, Dinamarca e Noruega.

Na mitologia escandinava, lendas descrevem um gato grande, de cauda longa e espessa, que nem Thor, o mais forte dos deuses, conseguiu levantar. A deusa Freya, do amor e fecundidade, conduzia uma carruagem puxada por gatos.

Não se sabe, ao certo, a verdadeira origem deste "gato-fada", dotado de uma beleza exuberante e cercado por lendas de sua terra natal. Alguns acreditam, ainda, que tribos da Europa Central e Ásia teriam introduzido estes gatos na região escandinava.

Em 1979, chegaram os primeiros exemplares à Alemanha e aos Estados Unidos. Em 1980, chegaram à Inglaterra e, em 1982, à França.

Noruegues da Floresta



Noruegues da Floresta


Noruegues da Floresta


Gato Maine Coon


Maine Coon
Maine Coon:Seu tamanho em primeiro lugar: é o maior dos gatos domésticos.
Como muitos animais de grande porte, ele cresce lentamente e somente atinge sua maturidade por volta dos quatro anos.
Pesando então, entre 8 a 10 kilos. Certos machos atingem 12 ou 14 kilos. A fêmeas pesam em média 5 a 7 kilos.

Como os gatos selvagens e os linces, suas orelhas são terminadas por um pequeno tufo de pêlos que chamamos de “ponta de lince”.
Sua pele, mais espessa sobre o dorso, dá a ele o aspecto rústico. Este gato possui, além disso, um esplendido rabo em penacho.
A cabeça do Maine Coon é também bem característica, ela é larga, com contornos arredondados, mas bochechas salientes. Seu focinho é forte e quadrado. Seus olhos ovais, mesmo que pareçam muitas vezes redondos.


Maine Coon

Maine Coon







 Gato Siberiano

Siberiano
Obviamente gato siberiano é muito semelhante à de seus primos, irmãos, o Maine Coon e Norwegian Forest. Mas há diferenças acentuadas definitivamente identificá-lo, especialmente se for um animal adulto e é claramente o padrão de sua raça.

A Siberian é de médio a grande, o corpo é muscular no pescoço e pesado, curto e forte. As pernas também são muscular e de tamanho médio. Os pés são grandes, compactas e redondas com pêlos grossos e longos dedos. A cauda, ​​de cabelo espesso e longo alcance para o ombro e termina ligeiramente pontudo.
Siberiano

Siberiano

Siberiano

Siberiano

 


Gato Ragdoll

Ragdoll
País de origem      Estados Unidos


Ragdoll é um gato desenvolvido nos Estados Unidos durante a década de 1950. Com seu porte gigante, temperamento dependente e dócil e uma pelagem longa e cheia, é um animal de características marcantes.
Índice


Seu nome, que significa boneca de trapos, indica uma característica desse belo animal que é relaxar completamente quando o pegamos no colo. É tão dócil que permite ser jogado de um lado para o outro, algo com que nem todos os gatos concordam.

É um gato muito quieto e gentil, e uma vez que escolha um dono, o acompanhará permanentemente. São gatos caseiros, por sua docilidade, são totalmente indefesos quando livres, portanto são gatos para viver em ambiente interno. Mas, se possível, vivem bem ao ar livre desde que seja um ambiente isolado, como um jardim fechado. Seu temperamento é tranqüilo e são muito fiéis aos donos. Possuem moderada necessidade de atividades físicas, sendo mais sedentários que raças menores.
 Características físicas

São gatos de porte grande, com boa estrutura corporal.

Pelagem macia, com textura suave, sedosa. Olhos sempre azuis e pelagem do tipo colorpoint, ou seja, manto mais escuro que as cores das pontas (patas, cauda, focinho e orelhas) sendo que o contraste deve ser bem definido. Gatos mais velhos tendem a ser mais escuros que os mais jovens pois sua cor vai escurecendo de acordo com a idade. Seu amadurecimento é tardio, chegam a completar seu crescimento com quatro anos.
 Cores e Marcações

São aceitos nas associações da gatofilia para registro somente gatos de coloração ponteada (pointed) e mink (esta última somente para registro e não para campeonato). As divisões aceitas são Solida, Tabby, Tortie e Particolor nos tipos mitted e bicolor. Seus olhos são sempre azuis nos pointeds e aqua nos minks.

São conhecidas as marcações:


Neste caso as patas, cauda, focinho e orelhas tem a pelagem mais escura que no restante do corpo.

Mitted
    Seguindo a marcação colorpoint o Mitted acrescenta luvas brancas que devem cobrir os 4 dedos das patas dianteiras simetricamente e nas patas traseiras são como botas brancas. O queixo deve ser branco.
Bicolor
    São como os colorpoints mas com um "V" invertido no rosto branco, o mais simétrico possível. Este "V" não pode se estender da parte exterior dos olhos e nem menos que a parte interior. As quatro patas devem ser brancas, assim como o peitoral e o queixo.



Cabeça
    Queixo forte, focinho arredondado e de comprimento médio, perfil com uma curva suave, testa plana, orelhas médias e amplas na base, com as pontas arredondadas. Olhos ovais.
Corpo
    Peito amplo, ossatura e musculatura forte, cauda com mesmo tamanho que o corpo. As fêmeas tendem a ser menores do que os machos.

Geral
    Não é permitido cruza com gatos de outras raças.

Padrão oficial da raça da TICA serve como base para a maioria das outras associações por ser uma das maiores nesta raça.

Ragdoll
Ragdoll

Fontes:
http://www.mainecoon.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragdoll
http://www.petbr.com.br/rgragdoll.asp
http://www.mapache.com.br/index.php?gato=gigante&option=com_content&task=view&id=54&noruegues=12&raca=29

http://www.muchogato.es/Estandard.htm

domingo, 21 de agosto de 2011

Aranhas Interessantes

Existem mais de 40 mil espécies de aranhas, postei apenas algumas dessas criaturas maravilhosas . As que achei mais diferentes e interessantes.

 Aranha Comedora de Passarinhos
Aranha dentro do prato
Aranha Goliah Bird Eater-Aranha gigante comedora de passarinhos

aranha goliah
A maior aranha do mundo é a Goliath bird eater. Ela tem este nome pelo óbvio motivo de comer passarinhos.

Muita gente morre de medo de aranhas, mas esta tarântula é inofensiva aos humanos. Apesar de carregar presas venenosas como todas as aranhas, seu veneno não é letal a humanos, só a pequenos insetos, roedores e passarinhos. Uma característica bizarra desta aranha, além do tamanho é que ela faz barulho. É estranho imaginar que uma aranha faça barulho. Mas a Goliath esfrega uma pata na outra, prpfuzindo um ruído de alta frequencia similar ao do grilo, que pode ser ouvido de longe.
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Argyrodes columbrinus ou Aranha Chicote


Também conhecida como aranha chicote. É encontrada, normalmente, na Austrália e seu corpo longo e fino foi a razão pela qual ela foi chamada de columbrinus (em latim, essa palavra significa “parecido com uma cobra”). A aranha chicote é da mesma família da temida viúva negra, mas não se sabe, exatamente, o quão potente seu veneno pode ser. Como suas presas são desprezíveis e como a aranha tem uma natureza dócil ela é considerada inofensiva para nós.
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Esse fenômeno foi o efeito inesperado de uma grande inundação ocorrida no Paquistão.Fazendo com que as aranhas subissem nas àrvores e
fizessem milhares de teias em diversas àrvores.
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Aranha Camelo
Aranha Camelo
As Aranhas camelos não são aranhas. Elas são chamadas de “escorpiões do vento", mas elas também não são classificadas como escorpiões. Elas são uma espécie diferente de artrópodes que não são venenosas ou têm capacidade de tecer teias. O nome "aranha camelo” pode ter vindo porque freqüentemente é encontrada em cadáveres de camelos que levou ao mito de que elas realmente podem matar camelos.
Elas são encontradas no deserto do Oriente Médio e também em regiões desérticas do México e dos Estados Unidos.
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Aranha Espinhosa

As aranhas espinhosas não constituem apenas uma espécie, mas um gênero que possui mais de 70 espécies desse tipo de animal. São encontradas no mundo todo e, apesar de sua aparência macabra, são completamente inofensivas. Seus espinhos apenas servem para manter os pássaros longe. Elas também têm um hábito curioso – elas colocam “bandeiras” ao redor de suas teias para evitar que pequenos pássaros fiquem enroscados nelas e prejudiquem sua cria.

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Tarântula

As aranhas podem parecer bichos assustadores, mas algumas cuidam bem de seus filhotes! A tarântula constrói um saquinho esférico de seda, chamado ooteca, no qual põe os seus muitos ovos. E anda para lá e para cá, com o saquinho de ovos na ponta das fiandeiras – glândulas que ficam em seu abdômen. Se alguém tira a sua ooteca, ela fica aflita e tenta recuperá-la! E mais: mesmo sem tolerar o Sol, busca locais ensolarados para aquecer seus ovos. Ao achar um filete de luz solar, se posiciona de um jeito que os ovos são aquecidos enquanto ela fica na sombra. Os filhotes nascem protegidos dentro da ooteca e, quando chega a hora, saem desse saco e sobem nas costas da mãe, cobrindo-a inteira. Imagine a cena: uma aranha-mãe, coberta por mais de 500 filhotes, passeando na grama. Pois isso acontece mesmo. É verdade que, às vezes, os filhotes saem de cima da mãe, mas logo voltam. Só após algum tempo é que eles ganham independência e, então, vão pelo mundo, cada um por si.
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Aranha caranguejo:


Essa aranha tem a camuflagem mais eficiente de sua espécie. Você precisa olhar bem de perto para ver que esse pedregulho (ou esse caranguejo feioso) é, na verdade, uma aranha. Alguns chegam a confundi-la com fezes de pássaro já que, quando ela senta no meio de sua teia branca, normalmente em folhas, ela parece com a tradicional mancha branca com um pontinho preto no meio. A camuflagem serve dois propósitos: primeiro, ela protege a aranha dos seus predadores, que pensam que ela é uma caca de passarinho. Segundo, ela atrai o alimento da aranha, que são pequenos insetos que adoram ficar circulando a caca de passarinho.
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 Aranha assassina





Encontradas em Madagascar esses monstrinhos têm enormes mandíbulas e se alimentam exclusivamente de outras aranhas (daí o seu nome). Elas são tão macabras que pesquisadores afirmam que essas aranhas são sobreviventes da era dos dinossauros. Apesar da sua aparência e do seu nome, são completamente inofensivas para os humanos.
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Aranha Escorpião


Talvez ela pudesse ser batizada, também, de aranha-camarão. No entanto, ela não recebeu o nome do “parente” por nada. Quando ameaçada ela ergue sua cauda da mesma forma que um escorpião faria, esperando que seu predador a confunda com um primo seu. Elas também são encontradas na Austrália e parecem ser inofensivas aos humanos.
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Argyroneta aquática:


Conhecidas, também, como aranhas mergulhadoras, elas são as únicas aranhas completamente aquáticas do mundo. São encontradas na Europa e na Ásia e vive em pequenos lagos ou riachos menos agitados. Como ela não pode respirar debaixo da água, ela faz uma teia e a enche de oxigênio que traz da superfície. Ela passa a maior parte do tempo em sua casinha e demora um bom tempo até ela precisar abastecê-la novamente.
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Bagheera kiplingi


Qualquer semelhança com o Darth Vader é mera coincidência. O nome “Bagheera” desse bichinho vem da pantera da história de Mogli, o Menino Lobo – afinal a aranha acaba se movendo como uma pantera, saltando de um lado para outro. No entanto, enquanto a maior parte das aranhas “saltadeiras” é predadora a Bagheera é quase completamente vegetariana, se alimentando de néctar. Ocasionalmente, quando não têm outra opção, elas comem larvas.
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Maratus volans:

Essa é a conhecida aranha-pavão, que vive na Austrália. Assim como o pavão, o macho usa suas cores incríveis para chamar a atenção da fêmea (que é sem-gracinha e não tem nem metade das cores). Ele também vibra suas presas e suas pernas para ter um efeito dramático.
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Myrmarachne plataeloids


Antes que você reclame dizendo que há uma formiga na lista, conte as patas do bichinho acima. Oito, certo? Formigas têm apenas seis. Mas, nesse caso, a formiga seria mais perigosa do que a aranha. Ela imita quase perfeitamente a formiga tecelã, que possui uma mordida dolorida. A aranha, ao contrário, é inofensiva. Ela pode ser encontrada se camuflando na China e no sudeste da Ásia.
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Aranha Feliz



Como você pode imaginar, ela também é parente da viúva negra. Pode ser encontrada nas florestas tropicais havaianas (onde é conhecida por nananana makaki’i). Ela não é perigosa para humanos e as formas vermelhas em seu abdômen normalmente têm a forma de um rosto sorrindo, causada pela pareidolia. Mesmo não sendo a única aranha com um rosto desenhado, é a mais engraça
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Fontes:
http://s7.invisionfree.com/umdb/ar/t6984.htm
http://maestrocarlosgomes.blogspot.com/2011/04/fuga-com-arte.html
http://omundoemquenaoconhecemos.blogspot.com/2011/07/aranha-camelo.html
aranha goliah



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Crianças que Cresceram Entre Feras-Fatos Reais

As Crianças que Cresceram entre Feras
Por Paul Sieveking

Tissa-Sri Lanka
The Gazelle Boy, da Síria


Histórias de crianças que foram adotadas e cresceram entre lobos, ursos e macacos aparecem de tempos em tempos. são relatos que causam espanto ou maravilham os leitores das crônicas jornalísticas. Na Idade Média, estes "pequenos selvagens" eram vistos como símbolo do caos, da insanidade, heresia, maldição de Deus. Mais tarde, o iluminista Russeau envolveu todos os homens não-civilizados em uma aura de pureza e harmonia com natureza chamando-os de "nobres selvagens".

Nem heréticos nem sublimes, esses casos de homens ou crianças encontrados vivendo entre animais são, antes de tudo, exceções biológicas, fruto de um destino incomum, casos de uma incrível adaptação de seres humanos que foram capazes de sobreviver entre indivíduos de uma outra espécie assimilando um comportamento, postura e expressão que diferem radicalmente de seus semelhantes, sapiens.

A mitologia dos antigos possui numerosas exemplos de crianças foram adotadas por animais mas o primeiro registro de um caso real data de 250 d.C., referenciado pelo historiador romano Procopius: um menino, abandonado pela mãe, foi encontrado vivendo entre caprinos; fora adotado por uma cabra. Resgatado, recebeu o nome de Aegisthus. Procopius diz que viu a criança pessoalmente.

Caprinos não são muito freqüentes nas histórias de crianças selvagens, entretanto outra criança, de oito anos, foi descoberta nessas condições nos Andes, Peru, em 1990. Carl Linneus, o biólogo classificador das espécies, introduziu o conceito do Homo ferus em 1758, caracterizado pela ausência de linguagem, quadrupedia (condição de quadrúpede) e hirsutia (abundância de pêlos).

Linneus relacionou algumas ocorrências de resgate e reabilitação de crianças selvagens: Jean de Liége, o menino-urso da Lituânia; Hesse, o menino-lobo; o menino-carneiro irlandês; o menino-bezerro de Bamberg; a garota de Kranenburg, dois jovens dos Pirineus; Peter, o Selvagem, de Hanover e a menina selvagem de Champagne.

Muitos acadêmicos consideraram as "crianças selvagens" com ceticismo: seriam crianças que jamais aprenderiam a falar e teriam sido abandonadas pela família por serem portadoras de deficiências mentais. Em 1830, o naturalista sueco K.A. Rudolphi declarou que todas "crianças selvagens" eram ficção folclórica ou idiotas congênitos. Em 1949, Claude Levi Strauss formulou opinião diferente: "Muitas dessas crianças, de fato, sofrem de algum defeito congênito e por essa razão, freqüentemente são abandonadas pelos familiares ao invés de receber tratamento."

Feral children, como Dina Sanichar, de Sakandra (1867), the Lucknow child (1954), e o primeiro garoto-macaco de Uganda (1982), eram mentalmente ou fisicamente deficientes. Porém, muitos outros foram abandonados, fugiram de abusos familiares, perderam-se dos pais por acaso ou em circunstâncias caóticas de guerra. Não obstante, sobreviveram sendo adotados por animais ou integrando-se a um grupo de animais.



Estudos & Casos

A primeira publicação moderna considerada histórica sobre "crianças selvagens" - em oposição aos relatos mitológicos - foi o trabalho do médico Phillipus Camerius, publicado em Frankfurt, em 1609. Ali são descritos os casos de "Hesse wolf-child" (menino-lobo) e "Bamberg-calf" (menino-bezerro), este, "...possuía pernas extraordinariamente flexíveis e andava usando os quatro membros com grande agilidade. Nessa postura, ele enfrentava, em luta, cães de grande porte, usando os dentes. Apesar disso, era dócil com humanos; não possuía uma natureza feroz."

Sir Kelnem Digby, um dos fundadores da Royal Society foi um dos primeiros a mencionar Jean de Liége, em 1644. Com cinco anos, durante um período de guerras religiosas, Jean refugiou-se na floresta com outros aldeões. Quando a guerra esfriou, enquanto os outros retornaram para suas casas, Jean se perdeu e ficou desaparecido por 16 anos. Vivendo na floresta, seus sentidos aguçaram-se: ele podia sentir o cheiro de frutas e raízes a grande distância. Foi resgatado aos 21 anos: estava nu. Seus cabelos, muito compridos, cobriam-lhe o corpo e era incapaz de falar; de volta ao convívio com humanos, reaprendeu a falar mas nunca perdeu olfato apurado.

Nicolas Tulp, o médico alemão retratado por Rembradt em Lição de Anatomia, descreveu o "menino-carneiro" da Irlanda em 1692:

Ele foi trazido a Amsterdam. ...Era um jovem de 16 anos que tinha se perdido dos pais. Crescendo entre as ovelhas e os carneiros selvagens da Irlanda ele adquiriu um tipo de 'natureza ovina'. Tinha movimentos rápidos, ágil com os pés, expressão fisionômica bravia, carnes firmes, pele queimada, trigueira, pernas e braços rígidos, destemido e destituído de qualquer delicadeza. A saúde era excelente. Não conhecia a voz humana; emitia balidos, como as ovelhas. Sua garganta era larga e a língua parecia presa no palato. Recusava alimentos comuns; estava acostumado a comer gramíneas e feno. Viveu em montanhas e lugares desertos, como cavernas, locais distantes de qualquer centro de civilização. Os caçadores que o encontraram disseram que ele parecia um animal e não um ser humano. Obrigado a viver como gente, a contra-gosto e somente depois de muito tempo ele começou a perder suas características selvagens. [Nicholaus Tulp: Observationes Medicae, 1672]



A Menina de Kranenburg: essa menina foi achada em 1717, na floresta, próxima à província de Overyssel, Alemanha. Ela foi seqüestrada aos 16 meses, levada da casa de sua família em Kranenburg. Ao ser resgatada, estava vestida com pano grosseiro; alimentava-se de folhas e grama. Não havia qualquer evidência de tivesse sido adotada por algum tipo de animal. Ela aprendeu a trabalhar com fiação, a se comunicar através de sinais mas nunca conseguiu falar normalmente.



Peter, o Selvagem: O primeiro caso de criança selvagem que ganhou fama foi "Wild Peter"; quando foi descoberto, estava nu, a pele escurecida e tinha os cabelos negros crescidos e emaranhados. Capturado em Helpensen, Hanover - em 27 de julho de 1724, aparentava ter 12 anos na ocasião. Subia em árvores com extrema facilidade. Não falava; recusava comer pão; preferia consumir ramos verdes de certos vegetais que mascava e sugava; mais tarde aceitou frutas e verduras de horta. Ele foi exibido em Hanover na corte de George I. Levado para a Inglaterra, ali foi estudado pelos cientistas. Viveu 68 anos em sociedade mas nunca aprendeu a dizer nada além de "Peter' e "rei George".



A Garota de Champagne: Em 1731, uma menina aparentando 10 anos foi encontrada em uma árvore em Songi ─ Chalons, distrito de Champagne, França. Descalça, com o vestido reduzido a trapos e um gorro feito de folhagens na cabeça. Em uma espécie de bolsa, guardava um porrete e uma faca onde distinguiam-se caracteres indecifráveis. Emitia gritos agudos; sua pele estava tão suja e escurecida que alguns acharam que era uma menina negra. Comia passarinhos, sapos e peixes, folhas, brotos e raízes. Quando colocaram um coelho em sua frente ela imediatamente o matou, abriu sua entranhas e comeu sua carne. A garota de Champagne é um dos raros casos de criança selvagem que aprendeu a falar coerentemente o que faz pensar que, antes de ser abandonada ou perder-se, já sabia a falar. Em pouco tempo ela esqueceu a maior parte de sua vida na floresta que, supõe-se, durou cerca de dois anos.



"Seus dedos, especialmente os polegares, eram extraordinariamente largos" - relatou uma testemunha da época, o famoso cientista Charles Marie de la Condamina. Ela usava esses dedos para extrair raízes e como apoio para agarrar nos ramos das árvores, entre as quais movia-se como um macaco. Era muito rápida na corrida e tinha uma visão fenomenal. A menina recebeu o nome de Marie-Angélique Memmie le Blanc. Cresceu e se estabeleceu em Paris onde trabalhava no artesanato de flores artificiais. Suas memórias foram escritas por Madame Hecquet. Morreu na obscuridade com a maioria das crianças selvagens.
    






CONFINAMENTO

Kaspar Hauser: Este jovem aparentava ter 16 anos quando surgiu "do nada" na tarde de 26 de maio de 1828 em Nuremberg, Alemanha: "Vestia casaco cinzento, calças puídas, um velho colete, camisa, botas e um chapéu cilíndrico. O seu passo era pouco firme, como o de uma criança que tivesse acabado de aprender a andar". Abordado por dois sapateiros, entregou-lhes uma carta endereçada ao comandante da 4ª Companhia do 6º Regimento de Cavalaria Ligeira, lotado naquela cidade.

Em sua primeira noite, dormiu em um estábulo depois de aceitar e pão e água para comer, rejeitando, repugnado, cerveja e carne. Interrogado pelas autoridades, respondia com palavras desconexas ou apenas dizia: "Não sei," A carta informava sua data de nascimento: 30 de abril de 1812, e nada mais que pudesse esclarecer a identidade do estranho. Deram-lhe papel e caneta e, para surpresa de todos, ele escreveu: Kaspar Hauser.

Os dias passavam e nenhum fato novo surgia sobre a origem do rapaz. Foi adotado pela família de um guarda da prisão, Andreas Hiltel. A convivência mostrou que Kaspar não era um retardado mental; antes, era desprovido de qualquer educação ou noções de sociabilidade. Com os filhos de Hiltel, aprendeu a usar talheres, cuidar de sua higiene pessoal e logo conseguia dizer frases completas. Sob a orientação do professor da escola local sua mente desenvolveu-se rapidamente.

Aos poucos, revelava umas poucas lembranças: tinha vivido recluso em local desconhecido a maior parte de sua vida, aos cuidados de carcereiro cujo rosto jamais tinha visto. A facilidade com que aprendia coisas novas mostravam que ele tinha sido confinado quando já possuía idade suficiente para andar e falar; além disso, escrevera o próprio nome. Em suas recordações, via um calabouço, um castelo, um brasão e um cavalo de brinquedo feito de madeira.

Muitos especularam que o jovem era o herdeiro da Casa Real do duque de Baden, o que fazia dele um possível sucessor da dinastia inaugurada por Napoleão Bonaparte, posto que sua mãe deveria ter sido a filha adotiva daquele estadista. O filho, supostamente morto ainda bebê, poderia ter sido raptado para que não viesse, um dia, a restaurar o poder bonapartiano. A verdade sobre Kaspar Hauser nunca apareceu. Depois de causar muita sensação atraindo a curiosidade de nobres e plebeus, morreu assassinado misteriosamente, sem motivo aparente, próximo à casa de seu professor.


Genie: Tal como Kaspar Hauser, a menina Genie passou por confinamento. O caso, ocorrido em Los Angeles, Califórnia (USA), ganhou publicidade em 1970. Ela ficou encarcerada por 12 anos em um quarto, sem contato com qualquer pessoa. O pai submeteu-a a essas condições porque não suportava barulho de crianças. Quando foi descoberta, mal podia ficar de pé, não andava, não falava. Levou muito tempo até aprender a se comportar como uma pessoa normal.



Lobos

Casos de crianças criadas por lobos são antigos. Uma das lendas mais conhecidas do Ocidente é a história de Rômulo e Remo, fundadores de Roma que, abandonados ainda bebês, foram amamentados por uma loba. Em 1344, um menino alemão de três anos foi, supostamente, capturado por um lobo. Na matilha, recebu cuidados especiais, como um leito de folhagens especialmente preparado para ele, para protegê-lo do frio, e porções de caça como alimentação. Aprendeu andar de quatro e acostumou-se a acompanhar a marcha de seus captores. Quando foi reincorporado à civilização dizia preferir viver com lobos a viver com seres humanos.

Na Índia, entre os anos de 1841 e 1895, quatorze crianças-lobo foram encontradas, sete das quais foram descritas pelo general W.H. Sleeman. O primeiro foi capturado em Hasunpur, no atual estado de Uttar Pradesh; tinhas todas as características de uma wolf child. Sua comida favorita era carne crua e, como em outros casos, não falava. Algumas dessas crianças conseguiram ser educadas; humanizaram-se. Uma delas, um menino de Sultanpur, resgatado em 1895, tornou-se policial.



Amala & Kamala: Estas duas meninas talvez sejam as mais famosas crianças selvagens de que se tem notícia. Indianas, foram capturadas em 1920 nas vizinhanças de Midnapore, a oeste de Calcutá. Para achá-las foi organizada uma expedição de aldeões liderada pelo reverendo Jal Singh, um missionário anglicano. Na captura, a mãe-loba foi abatida e as crianças receberam os nomes de Amala e Kamala; deveriam ter entre dois e oito anos. Singh as descreve: caninos alongados, queixo retraído, olhos que brilhavam na escuridão. Amala, a mais nova, morreu em um ano. Kamala sobreviveu até 1929, tempo em que aprendeu a comer cozida, andar ereta e falar cerca de 50 palavras.



Marcos Pantoja - Outra criança que aprendeu a falar antes de viver com lobos foi Marcos Pantoja - "a criança selvagem de Sierra Morena". Ele foi abandonado aos sete anos nas florestas desoladas das montanhas, a sudoeste da Espanha, em 1953. Passou 12 anos sem qualquer contato com outros seres humanos.



Ramu - em 1954, The Wolf Boy foi encontrado na estação ferroviária de Luckhow; tinha 10 anos e era, provavelmente, retardado mental. Seus membros estavam deformados. Morreu no hospital de Luckhow em 1968.



Shamdeo: Em maio de 1972, um menino de 4 anos na floresta de Masafirkhana, em uma região onde outros cinco casos foram registrados. O garoto tinha a pele muito escura, unhas muito longas, cabelo abundante, calosidades nas mãos, pés e tornozelos, dentes aguçados, apetite por sangue além de comer terra. Caçava galinhas, preferia a noite ao dia e procurava a companhia de cachorros e chacais. Foi chamado Shamdeo e levado para o vilarejo de Narayanpur. Aprendeu a se comunicar por sinais. Em 1978, foi acolhido por madre Teresa de Calcutá. Morreu em fevereiro de 1985.



Djuma: encontrado por geólogos, em 1962, aos sete anos de idade, na Ásia Central, em uma região deserta do Turkmenistão. Os lobos que o acompanhavam tiveram de ser mortos para o menino fosse resgatado. Em quatro anos aprendeu a falar umas poucas palavras e dormir em uma cama. Recebeu cuidados no Republican Hospital em Ashkhabad mas, em 1991, uma reportagem constatou que ele ainda andava de quatro, só comia carne crua e podia morder quando estava com fome.



Misha Defonseca: essa menina judia viveu entre lobos dos 7 aos 11 anos, vagando pela Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Comia frutos selvagens, como amoras, carne e outros alimentos furtados de fazendas e, ocasionalmente, unido-se aos lobos em suas caçadas. Misha escreveu: "Em minhas viagens, eu podia dormir profundamente na companhia dos lobos. Os dias com minha família de feras multiplicavam-se. Não tinha idéia de há quanto tempo estava com eles. Achava que ia viver com os lobos para sempre e isso me parecia melhor que voltar ao mundo humano. Hoje, as lembranças daqueles dias são cinzentas. Foi uma experiência maravilhosa".



Elmira Godayatova: 1970 - Neste caso, ocorrido no Azerbaijão, a mãe de Elmira foi visitar a avó da menina, que morava no vilarejo de Milgam, fazendo um caminho através da floresta. A garota seguiu a mãe que, ao perceber que a filha a estava acompanhando, mandou-a de volta para casa. Elmira se perdeu. Parentes, amigos e família procuraram em vão. Vinte e trâs dias depois, um guarda-florestal encontrou a garota sentada embaixo de uma árvore. O jornal local noticiou: "Ela comeu amoras e grama, bebeu água de uma fonte e brincou com filhotes de 'cachorro'. Aparentemente, Elmira encontrou uma família de lobos e é bem conhecido o fato de que os lobos nunca atacam em locais próximos às suas tocas."



Mekhriban Ibragimov: Em 1978, novamente, os lobos salvaram uma menina no Azerbaijão. Mekhriban Ibragimov, três anos, perdeu-se na ravina coberta de neve. Foi encontrada depois de 16 horas, abrigada em uma caverna juntamente com um lobo e seus filhotes. Ela disse à mãe que o lobo lambeu seu rosto.



Rocco: Em 1971, nas montanhas Abruzzi - Itália, pastores encontraram um garoto nu; aparentava ter cinco anos. Os médicos acreditavam que ele tinha sido abandonado ainda bebê e levado para a montanha por cabras ou lobos. Foi chamado de Rocco. Várias famílias tentaram, sem sucesso, "domesticar" o menino. Por fim, ele foi encaminhado a um hospital psiquiátrico próximo a Milão. Ele não aprendia a falar, só comia com as mãos, andava de quatro, gostava de ser acariciado mas se retraía e rosnava recolhendo-se a um canto quando estava assustado.





A Menina-Lobo do Texas


É um dos casos mais impressionantes e que assumiu status de verdadeira lenda. No começo do século XIX, em uma região erma, quase despovoada, às margens do rio do Diabo (Devil's river), próximo à localidade de Del Rio, contava-se que existia uma menina-loba. Sua mãe morrera no parto e o pai, John Dent, sucumbiu em meio a uma tempestade enquanto procurava ajuda.

A criança não foi encontrada e o povo presumiu que havia sido devorada pelos lobos que habitavam as vizinhanças. Em 1845, o rapaz morador de San Felipe Springs, disse que tinha visto uma matilha de lobos que atacava seu rebanho de cabras e, entre eles, havia "uma criatura com longos cabelos que cobriam suas feições; parecia uma garota e estava nua." No ano seguinte, os índios Apaches também relataram que muitas vezes encontravam pegadas humanas entre pegadas de lobos.

Um caçador foi contratado e no terceiro dia de busca, a garota, agora uma jovem adulta, foi encurralada em um canyon. O lobo que a acompanhava morreu tentando defendê-la. Ela foi levada para um rancho e trancada em um quarto. Naquela tarde, um grande número de lobos, aparentemente atraídos pelos gritos-uivos da moça, cercaram a casa. As pessoas ficaram em pânico e no meio da confusão, ela escapou. Em 1852 foi vista novamente às margens do rio Grande acompanhada de dois filhotes de lobo e nunca mais se teve notícias dela.





Ursos

Goranca Cuculic: Esta menina tinha cinco anos quando se perdeu na floresta próxima a sua casa, em Vranje - Iugoslávia. Foi encontrada três dias depois e contou que havia encontrado uma ursa e dois filhotes. O animal lambeu sua face e ela bricou com os ursinhos. À noite, dormiu com eles em uma caverna. Em 2001, no Irã, um bebê de 16 meses, desaparecido por três dias, foi achado entre ursos são e salvo. Há registros de crianças que cresceram entre ursos na Dinamarca e na Lituânia. Em 1767, na Hungria, uma garota com cerca de 18 anos, alta e com a pele escurecida, foi encontrada por caçadores. Seu comportamento era agressivo; comia carne crua, raízes e folhagens. Tinha sido criada por ursos. Na Índia, em 1914, outra garota, 14 anos, foi achada em Uttar Pradesh. Chamada de Grongi, recusava dormir em camas e comida cozida. Seus comportamento era semelhante ao dos ursos. Em 1937, na Turquia, em um asilo para doentes mentais, outra jovem, 16 anos presumidos, tinha vivido entre ursos e não se adaptou ao modo de vida humano.



Tissa, de Sri Lanka

Em 1973, no vilarejo de Tissamaharama, sul de Sri Lanka, foi capturado um menino que vivia com um bando de macacos. Em três meses aprendeu a andar ereto; ainda comia com as mãos, não falava mas aprendeu a sorrir.



Burundi Monkei Boy: este caso aconteceu em 1973. O garoto aparentava seis anos e se comportava como um macaco. A antropóloga Diane Skelly constatou que o corpo da criança era coberto por uma fina pelagem que desapareceu quando ele começou a usar roupas.



Robert, de Uganda: Durante o caos da guerra civil naquele país, o menino foi abandonado. Encontrado por militares, três anos depois, vivia com macacos. Levado ao orfanato de Kampala, passou por um processo de socialização e, aos oito anos, fazia sua própria higiene, andava e dormia em cama.



John, de Uganda: Este foi achado em 1991. Ficou doente quando comeu alimento cozido pela primeira vez. Era muito cabeludo e apresentava muitas feridas, cicatrizes e calosidades. Um cidadão indentificou o garoto como John Sesebunya, cujo pai, depois de assassinar a mulher, desapareceu. O garoto tinha três anos na época e fugiu para a floresta onde foi adotado pelos macacos que lhe ofereceram raízes e amêndoas. John foi estudado por especialistas que diagnosticaram nele um caso genuíno de "criança selvagem".



Bello, da Nigéria: Outro caso de criança resgatada por caçadores. Tinha dois anos e vivia com uma família de chimpanzés. Possivelmente, pertencia a uma comunidade de nômades Fulani. Era doente, mentalmente e fisicamente, causa provável de seu abandono. Esse procedimento é comum na cultura dos Fulani, pastores que percorrem grandes distâncias ao longo do leste africano. Os médicos estimaram que ele deveria ter 6 meses quando foi deixado na floresta para morrer. Em 2002, aos oito anos, tinha compleição física de uma criança de quatro anos e ainda mantinha trejeitos simiescos.








Gazelas

Em 1960, o antropólogo Jean-Claude Auger, viajando sozinho pelo Saara Espanhol, encontrou um grupo de nômades Nemadi que contaram a ele sobre o avistamento de uma criança selvagem. No dia seguinte, tomando a direção indicada pelos nômades, ele viu uma criança nua galopando em grandes saltos em um grupo de numerosas gazelas brancas. Auger instalou-se em um pequeno oásis e ali ficou na expectativa de uma chance de aproximação.

Esperou por muitos dias até que, enfim, surgiu a oportunidade de observar o garoto-gazela mais de perto: "ele era vigoroso, queimado de sol, olhos amendoados e tinha no rosto uma expressão amável; aparentava dez anos de idade. Seus tornozelos eram desproporcionalmente grossos e fortes; seus músculos eram firmes. Andava de quatro mas, ocasionalmente, assumia postura ereta, o que fez Auger supor que havia sido abandonado ou se perdido quando já começara a dar seus primeiros passos. Quando ouvia barulhos estranhos, ficava alerta, tremia os músculos, movia o nariz e as orelhas, tal como suas companheiras gazelas". Em 1966, fizeram uma tentativa de resgatar o jovem usando uma rede; não funcionou. Diferente de outros casos de crianças selvagens, jamais foi capturado. Auger recusou fotografá-lo pois entendia que não era justo prendê-lo e domesticá-lo.



Oriente Médio: Em 1946, outro garoto que cresceu entre gazelas foi capturado. Ele vivia no deserto entre a Transjodânia, Síria e Iraque. Foi visto pela primeira vez pelo chefe da tribo tuaregue dos Ruwelli, Amir Sha'alan. Ele corria no meio das gazelas e dava grandes saltos. Repentinamente, tropeçou e caiu: "conseguimos nos aproximar e constatamos que o jovem tinha se ferido em uma grande pedra. Ele olhava para nós com seus grandes olhos cheios de espanto". Tentaram vestí-lo e calçá-lo; ele resistiu. Levado ao médico, Dr. Musa Jalbout, agia, comia e chorava como uma gazela. Não havia dúvida de que tinha crescido entre aqueles animais. Deveria ter uns 15 anos. Aos poucos habituou-se a comer pão e carne. Podia correr a 50 km por hora, era muito esbelto, tinha 1,70 m de altura e membros extremamente fortes.



ISOLAMENTO



Índia - Menino do rio Kuano: Este caso foi registrado em 1973, no vilarejo de Baragdava, no estado Uttar Pradesh, próximo à fronteira com o Nepal. Em fevereiro daquele ano, um padre local, estava à beira do rio Kuano quando avistou um jovem nú nadando estranhamente. Parecia ter uns 15 anos. Emergia e submergia com regularidade e levava um peixe entre os dentes. O padre narrou o que viu aos aldeões e uma senhora chamada Somni disse que o rapaz era seu filho, Ramchandra, que havia sido tragado pelas águas do Kuano quando tinha um ano de idade.

Interessados, os aldeões amontoavam-se na beira do rio para ver o jovem-peixe. Em maio de 1979, Somni finalmente conseguiu encontrá-lo. Estava deitado na grama e ela pôde reconhecer um sinal em suas costas. Capturado, constataram que ele não tinha pêlos e sua cabeça era de uma tonalidade negra-esverdeada. Não puderam evitar que ele voltasse ao rio embora o rapaz não temesse o contato com as pessoas. Porém, era retraído e não raro passava longas horas dentro da água, onde submergia por um tempo impossível para qualquer outro ser humano.

Não falava e parecia não ouvir. Comia peixes, sapos e outras criaturas aquáticas. Apanhava a comida diretamente com a boca. O grande mistério de sua sobrevivência era como poderia ter escapado dos crocodilos que frequentavam o rio Kuano. Muitos aldeões acreditavam que um "espírito das águas" havia cuidado do menino nos seus primeiros anos de vida. Em 1982 ele apareceu na margem do rio na altura do vilarejo de Sanrigar. Uma mulher, assustada com aquela figura incomum, jogou água fervente no jovem. Machucado e sofrendo dores, ele submergiu nas águas do Kuano e não reapareceu. Mais tarde, seu corpo, mutilado por mordidas de peixes, foi encontrado boiando.



Isolamento - Confinamento - Vivência com Feras
Os casos de crianças selvagens não são todos iguais; o isolamente consiste na sobrevivêcia do ser humano em condições de solidão em termos de não-contado com outros seres humanos; as indianas Amala e Kamala representam um típico episódio de vivência com animais e o misterioso Kaspar Hauser sofreu confinamento (prisão sem contato com qualquer outro ser vivo exceto um 'carcereiro', esporadicamente) até os 16 anos.

Crianças que crescem isoladas por muitos anos, freqüentemente desenvolvem sintomas de autismo, explicava, em 1959, o psicólogo Bruno Bettelheim: "Enquanto crianças selvagens são raras, mais comuns são as pais-mães-feras, que tratam suas crianças como animais, criando situações que podem combinar o isolamento e o confinamento, o que resulta em sociopatias e psicopatias com sintomas e gravidade diferentes".


Curiosidadea:
O Garoto Selvagem, um dos grandes filmes de François Truffaut. Lançado em 1970, o filme teve grande repercussão e uma produção com tema similar, o impressionante O Enigma de Kaspar Hauser, de Werner Herzog.

Truffaut interpreta o professor Itard, um humanista fervoroso


Truffaut baseou-se no caso verídico de Victor de Aveyron, um menino selvagem encontrado em uma floresta da França no século XVIII, época em que o filósofo Jean-Jacques Rousseau defendia a inocência não conspurcada do "bom selvagem", o homem em estado primitivo e sem a ação repressora da cultura e das instituições, em oposição à civilização
corruptora.



Amante declarado da infância, Truffaut encarna o professor Itard, um humanista e educador apaixonado, empenhado em defender Victor do tratamento bestial a que os acadêmicos da época lhe reservam. Itard ensina o garoto a se comunicar com o mundo e prova aos céticos as reações positivas dessa educação simbólica e sentimental para o desenvolvimento integral do garoto.

O filme é dedicado ao ator Jean-Pierre Léaud, alter-ego do cineasta na pele de Antoine Doinel, o personagem recorrente de filmes como o autobiográfico Os Incompreendidos, Antoine e Colette (1963), Beijos Proibidos (1968), Domicílio Conjugal (1970) e O Amor em Fuga (1979).
Fontes:

http://forum.outerspace.terra.com.br/showthread.php?t=72450

http://www.forteantimes.com/features/articles/

domingo, 31 de julho de 2011

Animais Gigantes


Nessa postagem tentei retratar um pouco do que são as maravilhas  dos gigantes da natureza!
Crocodilo
Foto tirada de um crocodilo em Sidney_Australia)

Esse Crcodilo foi capturado e levado ao Zoo

 Na vida real a um crocodilo gigante que se destacadentre os outros seu nome é
Gustave: é o nome de um crocodilo-do-nilo gigante que vive no Burundi. Estima-se que tenha 7 metros e 907 quilos. Acredita-se que seja um dos maiores crocodilos de água doce do mundo.[1]. Gustave é um notável comedor de humanos e acredita-se que tenha feito mais de 300 vítimas nas margens do rio Rusizi e do lago Tanganykas. Enquanto esse número parece exagerado, Gustave ganhou um status quase mítico, além de ser muito temido pelas pessoas da região.[2].Ele desenvoveu o gosto de carne humana alimentando-se das pessoas mortas na água por um comandante miliar da região.

O Filme Primitivo (Primeval em inglês) tem como personagem principal uma versão exagerada de Gustave, como um predador que caça as pessoas até em terra, dentre outros fatos que são pura ficção e exagero do filme.


Crabzilla, o caranguejo monstro
caranguejo aranha-japonês-gigante
Caranguejo-aranha japonês gigante
Caranguejo Gigante em Aquario na Holanda

O seu apelido foi criado com a união de crab, caranguejo em inglês, com Godzilla, o monstro. Esses animais fantásticos são encontrados em águas profundas – mais de 300 metros – no Oceano Pacífico, suas patas ultrapassam facilmente os 2 metros de comprimento e são considerados uma iguaria rara no Japão, onde são conhecidos como caranguejos aranha (bem apropriado).
Por cresecerem muito rápido, teem que trocar a couraça, abaixo video com desmonstração:(É bem interessante)


caranguejo dos coqueiros







 caranguejo-dos-coqueiros (Birgus latro)
 caranguejo-dos-coqueiros (Birgus latro)



 O caranguejo-dos-coqueiros (Birgus latro) é um grande crustáceo anomuro, terrestre, encontrado em diversas ilhas tropicais dos oceanos Índico e Pacífico e relacionado aos ermitãos,mas diferindo destes por apresentar o abdome flexionado e sem a proteção de uma concha de molusco.
é o maior artrópode terrestre, quando adulto pode chegar a 1 metro de comprimento e 17 kg. Além de gigante ele é extremamente forte e possui habilidade de abrir buracos em cocos com suas pinças para comer o conteúdo. Ele também consegue subir em árvores para buscar alimentos, mas na água o bicho afunda. Isso mesmo, ele não sabe nadar. É um animal pacifico, só atacando quando molestado.









A Anaconda é a maior serpente do Mundo e habita na América do Sul. Pode atingir os 9 metros de comprimento
(Harpia harpyja)-Gavião Real-Esse filhote ao crescer podera ter 2,5 metros de envergadura de asa, 10 kg, vivem em grande parte no Brasil(Amazônia)
A maior aranha do mundo é a Goliath bird eater,ela come insetos,roedores e passarinhos.
A Raça de maior cachorro do mundo fica para  oirish wolfhound. De pé, eles chegam até 2,30 metros.
A tartaruga-gigante-de-aldabra, que vive num atol do oceano Índico-Foto-Christopher Kaiser-Bunbury
maior água-viva do mundo Água-viva-juba-de-leão (Cyanea capillata),atinge até 2 m de diâmetro
O urso-de-kodiak (Ursus arctos middendorffi) é uma subespécie de urso pardo que habita nas costas do sul do Alasca e ilhas adjacentes, como a Ilha Kodiak. É designado por vezes como urso gigante do alasca devido ao seu grande tamanho, pois trata-se do maior urso pardo e rivaliza com o urso polar no título de maior carnívoro terrestre. O tamanho dos machos varia muito: pesa entre 363 e 500 kg, e pode chegar a ter altura até 4 metros em posição bípede, com 1,30 m no garrote


A baleia-azul, (Balaenoptera musculus) é um Mamífero marinho.Alimenta-se de Krill,pequenos peixes e lulas.A baleia-azul é o maior animal já existente, podendo chegar a ter 33 metros de comprimento e mais de 180 toneladas de massa.O seu pulmão pode conter aproximadamente cinco mil litros de ar
Besouro-Titanus Gigantus
Centopéia Gigante da Amazonia(Lacraia)
Hércules é um gato gigante, que nasceu do cruzamento de um leão (pai) e um tigre (mãe). Por conta do cruzamento, a espécie recebeu o nome de Liger e foi considerado pelo livro dos recordes como o maior felino do planeta.
Lula Colossal capturada(ja sem vida)na Antártida,com 450 Kg e olhos do tamnho de pratos
Maior Mamífero Terrstre-Elefente Africano
Com envergadura de mais de 1,5 metro, a grande raposa-voadora (Pteropus vampyrus) é o maior morcego do mundo. Mas está ameaçado  de extinção pelos caçadores
naturalista Chris-Fallows,pousando ao lado de tubarão branco
O Dragão de Komodo pode ter de 2 a 3 m,pesar de 60 a 80 kg, mordida pode ser fatal por ter inumeras bactérias na saliva
Ornitóptera Rainha Alexandra (Ornithoptera alexandrae), originarias da Nova Guiné, eoncontram-se ameaçadas de extição,tem eenvergadura das asas de 32 cm
Os ursos polares são o maior carnívoro terrestre da actualidade. Os machos podem atingir os 2,5 metros e pesar 800 quilos, enquanto que as fêmeas rondam os 1,8 metros e pesam cerca de 500 quilos.
Quem será o verdadeiro monstro?
Tartarugas Gigantes das Ilhas Galapagos(Equador)-atinge até 1,2 m  e até 300 kg,vive até 150 anos
Tigre Siberiano (Panthera tigris altaica) é o maior deles, podendo pesar até 306 kg (machos) e 167 kg (fêmeas). Eles podem chegar a 2,8 m de comprimento e mais 1 metro de cauda.
maior exemplar que Ellis e McCosker reconhecem é um tubarão-branco de 6,4 metros, capturado nas águas cubanas, em 1945, embora outras citações atribuam tamanhos variáveis que chegam até aos 7,9 metros. Uma fêmea, de entre sete e 7,8 metros, foi encontrada morta numa praia de Malta, em 1987, longe da zona com maior concentração de tubarões brancos do Mediterrâneo.[3]

Em 2006, a maioria dos peritos já está de acordo em que o tamanho máximo que pode alcançar um tubarão-branco "não excepcional" é de uns seis metros de comprimento e cerca de 1,9 toneladas de peso.
Ah....e não poderia deixar de postar os felinos que tanto amo!
Maine-Coon(Gato Gigante da Noruega)
Maine-Coon

Maine-Coon

Maine-Coon
O Maine Coon(Gato Gigante da Noruega) é a mais antiga raça de gato nativo estadunidense de pelo longo,além de ser a maior de todas as raças de gato. Foi reconhecida como raça oficial  no estado norte-americano do Maine, onde era famoso pela sua capacidade de caçar ratos e de tolerar climas rigorosos. Também é conhecido como "o gigante gentil"A diferença de tamanho entre machos e fêmeas é mais significante em Maine Coons reprodutores do que em Maine Coons Castrados, podendo os machos pesar entre 8 a 10 kg e fêmeas entre 4 a 6 kg, medindo até 1 m de comprimento do focinho até a calda.

Bem pessoal, por enquanto é só, isso é somente um pouquinho do que tem na natureza. Espero que tenham gostado.


Músicas da Toca


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